Bibliotequices

terça-feira, 7 de julho de 2009


ERA UMA VEZ...A NOSSA BE/CRE EM 2009...
























































ADEUUUSSSSSSSSSSSSS!
PrfªCláudia







segunda-feira, 15 de junho de 2009

Quem não gosta de palhaços?
Neste livro, os dois palhaços Emilinho e Anacleto divertem-se à fartazana em todas as estações do ano! Anacleto tem uma borboleta, que é uma espécie de antena muito sensível a certas ondas que andam no ar... a certos perfumes...
O chapéu alto de Emilinho é uma espécie de caixa de rufo, aonde todos os sons, espalhados pelo ar, chegam com mais força e batem com mais alegria...
Enfim, esta dupla é giríssima! Tens de vir conhecê-la!




Era uma vez uns "Diabos, diabritos e outros mafarricos " de Alexandre Parafita...


Estas histórias viajaram no tempo através da tradição oral e da tradiçaõ oral viajaram para o livro, onde o escritor as recontou. São velhos contos populares e lendas muito engraçados , que, antigamente, as crianças ouviam os seus avós contar, ao serão, enquanto se aqueciam à lareira.

E com as escolhas dos meninos dos 1º e 2º anos me despeço.
Talvez nos encontremos para o ano que vem...
Boas férias com muita diversão e boas leituras. Não se esqueçam de ler!
Beijinhos da Profª Cláudia















Era uma vez um livro que teve o seu tempo, que esteve na moda, que passou de mão em mão, que teve leitores apaixonados e que depois acabou na prateleira do esquecimento eda solidão, alimentando apenas um sonho: o de voltar a ser lido, que é uma forma de ser amado.
Este livro é um elogio do livro e da leitura e transmite uma verdade essencial: os livros partilharão connosco, pela vida fora, a magia da aventura e do saber.
Ah... e temos " O coelho comilão" escrito pela autora Maria Alberta Menéres.
É tão divertido!
O dia-a-dia de um coelhinho bravo está cheio de pequeninas aventuras, até porque ele é o mais saltarilho daqueles matos.
Quando descobre que, afinal, no seu mundo também existem coelhos mansos e encontra um rapazinho que pode ser o seu melhor amigo, começa a pensar na vida: que isto de passar o tempo de gulodice em gulodice não é coisa que se queira para todo o sempre!
Encontras estes livros e muitos mais na tua BE/CRE!
Beijinhos


Mais umas coisinhas...


Oa alunos dos 1º e 2º anos deixam aqui os livros que escolheram para ler nestas férias de Verão. Eles e vocês! Ora vejam:



Os contos de Andersen são contos maravilhosos para todas as crianças do Mundo. Neste livro encontras 28 contos, desde os mais conhecidos como " A pequena sereia" e "O João Pestana" até aos contos menos lidos, tais como " A Margarida e a Cotovia", " O Rei vai nu" e tantos outros!


Vá, diverte-te, lendo!

Cláudia















Olá pessoal !

Chegámos ao final do ano lectivo...sniff...sniff.... já estou com saudades vossas!! Eu e os Srs. Livros...aqueles...os da nossa BE/CRE...

Pois é, mas vamos terminar em beleza com a publicação de três poemas elaborados pelos alunos das turmas A,B e C do 8º ano. Estes poemas pretendem mostrar, de forma divertida, as características de cada turma.
Ei-los:
POEMA DA MALTA DO 8ºA

Os alunos do 8ºA
Esgotam a paciência
A todos os professores
Da maior eficiência!

São mesmo mal comportados
Os alunos do 8ºA
Quando os stôres se passam
Mandam-nos logo para o GAA!

A stôra Macedo é a “ Dêtê “
E é graças a esta grande professora
Que esta turma da família do “Étê”
Tem chances de sair vencedora!

As raparigas do 8º A
São giras e faceiras
Com a sua delicadeza
Elas são muito porreiras!

Temos um palhacinho
De seu nome Tiaguinho
Também temos uma girafa que faz o pino
De seu nome Ivaldino.

Ai que turma tão aluada!
O que eles mais gostam
É de não fazer nada
E de deixar toda a gente chateada!

Quanto à imaginação do 8ºA
Por acaso é muito má!
No momento precisamos de uma “luz”
Sem ela, fazemos como a “avestruz”…

Precisamos de luz, pois em branco
Está a nossa “famosa” quadra
Sem inspiração, encostados a um canto
Aguardamos o fim desta aula macabra!

Até que somos uma turma divertida
Vamos ter pena na hora da partida
Dos bons momentos que estamos a passar
E que mais tarde vamos recordar.

Somos divertidos? Que grande ilusão!
Estamos sempre a aprontar confusão
Que não dá em absolutamente nada
E tudo não passa de uma enorme chachada!

Acima de tudo
Temos amizade e união
E fizemos este poema
Com a mais pura dedicação!

Alunos do 8º A ( 2008/2009)



POEMA DA MALTA DO 8ºB

Desde há muito tempo já
Que nós nos conhecemos
Igual a esta turma não há
Nunca a esqueceremos.

A nossa turma é fantástica
Somos “bué” amigos
Comemos muita pastilha elástica
E não temos inimigos…yoh!

Somos todos divertidos
E igualmente muito amigos
Cada um é como cada qual
Mas, no fundo, a turma é sempre igual.

A malta do 8º B é estranha…
Não digam mesmo nada à Ana
Mas nós vimos ali à frente
Uma enorme e peluda aranha…

Esta é a pior turma do 8º ano
Mas nós somos todos como manos
Estamos sempre com a cabeça na lua
Mas isto não é nada que polua!

A turma é engraçada
De vez em quando, vingadora
Também é apaixonada
E igualmente faladora.

No 8ºB, os Testes Intermédios
Foram uma desgraça
E quando os pais souberem
Não vão achar graça!

O Emanuel e o Afonso são os melhores a rimar
Mas a ordenar o poema de Torga
Ficaram em segundo lugar.
Mas que chatice, vamos prá borga!

Uma turma de jovens adolescentes
Todos têm mentalidades diferentes
Muitos deles são adultos no que toca à idade
Mas grandes crianças, quanto à mentalidade!

A turma é “mêmo” boa
Estamos fartos de correr
Em casa ou na rua
Sempre a diversão fazer.

A mais fantástica turma , 8ºB
Que o destino juntou à sua mercê
E , esperemos, não voltará a separar
Pois nenhum de nós irá aguentar.

Que turma divertida
Não existe outra igual
É uma turma amiga
Ninguém nos leva a mal

Esta turma louca
Que junta sempre está
Para sempre na nossa memória ficará
O que para nós não é coisa pouca!
Os alunos do 8ºB( 2008/2009)
POEMA DA MALTA DO 8ºC

Esta é a nossa turma:
Uma turma “bué” engraçada
Por isso gostamos dela sem parar
E não há ninguém que nos vá separar!

O 8ºC é uma turma desordenada
E , às vezes, mal comportada
Tem notas miseráveis
Mas são pessoas amigáveis.

Estudos e testes à parte
Deixem-nos lá fazer a nossa arte
Apesar de não sermos a perfeição
Fazemos todos a união.

Esta turma é muito barulhenta
Se não fossem os professores
Esta turma de “ricas flores”
Nunca havia de estar atenta.

Esta turma gosta de gozar
Mas quando é para parar
Já não quer ouvir
O professor a carpir!

Digam lá por que razão nesta turma
Não há raparigas apaixonadas?
Afinal nenhum dos rapazes é jeitoso
Mas também nenhum é feioso!

Somos alunos sem inspiração
No entanto, como um vulcão em erupção
Temos muito calor no coração
E alegria, juventude e diversão.



Somos muito unidos
E bastante divertidos…
Este ano vai tudo chumbar
Porque andaram todos a brincar!

Somos todos diferentes
Mas, na escola, todos iguais
Porém, para nos realizarmos
Todos temos que estudar mais!

Somos assim…
Nada disto é falsidade
Somos o 8º C e isto sim
É a mais pura realidade.

Os alunos do 8ºC ( 2008/2009)

sexta-feira, 27 de março de 2009

Olá amigos!
Tenho andado num virote, sem tempo para vos dar a conhecer os livros novos que chegaram à nossa BE/CRE!
Antes de vos mostrar as nossas novidades, quero partilhar convosco as reflexões que os alunos do 9º ano fizeram sobre a mensagem do livro, aqui divulgado, "Vovô Tsongonhana" do escritor Augusto Carlos.
Ora leiam com atenção os comentários dos vossos colegas e a pequena entrevista que foi feita ao escritor, aquando do colóquio na nossa escola.
COMENTÁRIO DOS ALUNOS DO 9ºC SOBRE A OBRA “VOVÔ TSONGONHANA”, DE AUGUSTO CARLOS
“ Vovô Tsongonhana”: começámos por achar o título do livro muito engraçado, sobretudo porque parecia difícil pronunciar a palavra “tsongonhana”, o que deu origem a algumas leituras gaguejadas quando chegava o momento de dizer “tsongonhana” e provocou alguns momentos verdadeiramente hilariantes!
Inicialmente , achámos o livro demasiado infantil para a nossa idade, devido à simplicidade da linguagem. Depois, começámos a achar graça às palavras- de um certo dialecto moçambicano - que aparecem no texto e que soavam de forma divertida como “matabichar”, “machimbombo”, etc.
Contudo, ansiávamos por aventura, acção…e momentos houve, em que achámos a leitura do livro “uma seca”! Era tudo tão normal, tão real… Terminámos a leitura do “Vovô Tsongonhana” e percebemos que tínhamos sido tocados por este “avô”! Afinal as suas histórias, que influenciaram de forma tão positiva as vidas de Dudinho e das crianças de Congolote, também elas nos tinham encantado e comovido.
Este livro constitui uma verdadeira lição de vida. Com ele aprendemos outras maneiras de agir e pensar. Aprendemos a repensar os valores que devem estar na base do nosso comportamento quotidiano: o amor, a amizade, a solidariedade, a força dos laços familiares, o respeito pelos ensinamentos dos mais velhos e a viver sem ganância. Para além destes valores, que se querem universais, aprendemos algo sobre a cultura moçambicana, as suas paisagens maravilhosas, a sua fauna e a sua flora.

Afinal foi giro! Valeu a pena conhecer este avô tão especial!
Comentário a um excerto do livro “Vovô Tongonhana”:
“(…)e o povo que se julga livre para eleger os seus representantes, que governarão os países, não se consegue aperceber dos jogos que existem por trás da cortina!(…)”
Nós pensamos que o escritor Augusto Carlos, através do seu personagem Tsongonhana, conseguiu transmitir uma mensagem que não se aplica apenas a Moçambique, mas também a outros países como Portugal. De facto a política e os políticos do nosso país não geram confiança nas pessoas em geral e nos jovens em particular. Nós somos exemplo disso, pois não acreditamos na política. Não sabemos o que pensar nem o caminho a seguir. Que fazer?

Francisco, Mauro, Rafael e Tiago , 9ºB

Comentário sobre o capítulo “A Despedida” ,pelo aluno Hélder Tavares do 9ºB:

Eu achei o último capítulo “ A Despedida” muito triste pois, neste capítulo, a morte separa duas personagens que eram muito amigas. Contudo, posso dizer, que, apesar disso, gostei do final do livro, visto que o Avô Tsongonhana conseguiu cumprir a sua missão, ou seja, ele conseguiu ensinar ao Dudinho a melhor forma de viver neste mundo.



Comentário sobre o capítulo “ Ouvindo a voz do interior”, pelos alunos Inês, Fabiana e Renato do 9ºB:

Consideramos este capítulo um dos capítulos mais interessantes do livro “Vovô Tsongonhana” porque mostra que o amor nunca morre mesmo que o destino tenha separado duas pessoas que se amam. Tsongonhana explicou ao “neto” Dudinho que quando “trocamos corações” com outra pessoa, devemos respeitá-la, partilhar sentimentos e segredos para que a “chama” do amor nunca se apague. Os casais devem combater a rotina para não caírem na tentação de olharem para outras pessoas. Eisa uma bela lição que se aplica a todos os casais e que pode ajudar a resolver situações complicadas de casamentos em perigo.
Afinal o que é o amor? Como mantê-lo? Aprendam com a leitura do livro “Vovô Tsongonhana”!



Comentário sobre o capítulo “Pescaria”, pelos alunos Carlos Almeida, Catarina Filipe, Eduardo Silva, Inês Gonçalves e Sara Becken do 9º B:


Após a leitura do capítulo “Pescaria” concluímos que Tsongonhana e o Dudinho tinham uma alimentação saudável, como saudável eram as suas vidas, pois viviam em consonância com a natureza.
Tendo chamado a si a tarefa de educar Dudinho, Tsongonhana ensinou-o a pescar, tal como já o tinha ensinado a caçar e muitas outras coisas da vida como ouvir a voz interior, respeitar a natureza e, principalmente, a ser feliz, vivendo com simplicidade. Desta forma , Dudinho ficou preparado para dar continuidade à “lei da vida” de Tsongonhana.


Comentário sobre o livro "Vovô Tsongonhana", de Augusto Carlos pelos alunos Alberto, Ana Fernandes, Loren, Sara Gomes, Ricardo e Vanessa do 9º B:

Antes de iniciarmos a leitura do livro, observámos a capa (que achámos demasiado infantil) e pensámos que um livro com aquele título devia ser uma verdadeira “seca”! Contudo, quando começámos a embrenhar-nos na história, sentimos o nosso interesse a aumentar e chegámos ao fim do livro sem nenhuma espécie de “sofrimento”! Assim, aprendemos que não devemos fazer juízos de valor apenas pela aparência, pois, como diz o ditado” As aparências enganam”. Este avô fantástico influenciou positivamente não só as vidas das crianças de Congolote e do Dudinho, em particular, mas também as nossas vidas. Para sempre!

A ENTREVISTA....

Os Alunos do 9º D entrevistam o escritor Augusto Carlos:
1- Sabemos que é engenheiro. Como apareceu a escrita na sua vida?
R: Desde muito pequeno, que gosto de ler e escrever e nunca necessitei de fazer “exames” a Língua Portuguesa. A necessidade de transmitir o que sentia, levou-me ao “mundo da escrita”. Sou engenheiro por necessidades económicas, e gosto muito da minha profissão, porque tal como na escrita “eu vejo criar”.

2- Há uma clara opção pelos lugares de África nos seus livros. Porquê?
R: Ao ter nascido em África (Moçambique) e vivido grande parte da minha infância lá, conheci lugares, aprendi a sua cultura, e como tal, para mim é muito fácil descrever e escrever sobre este local.

3- Quanto tempo levou para escrever o “vovô Tsongonhana”?
R: Entre 4 e 5 meses, mais o tempo de correcção e revisão.

4- Qual foi o livro que gostou mais de escrever? Porquê?
R: “Não tenho preferência por nenhum, pois cada livro relata a sua história.

5- Qual foi o livro que obteve mais sucesso junto dos leitores?

R: Cada um obteve o seu próprio sucesso, mas perante diferentes faixas etárias.

6- Acha que a mensagem dos seus livros é compreendida por qualquer tipo de leitor?
R: Na generalidade sim… aceitam bem as mensagens que cada livro transmite. O escritor tenta sempre transmitir o que sente, reflectindo assim a sua maneira de pensar.

7- Acha que os portugueses estão a ler mais?
R: Sim. E uma boa forma de se gostar de ler, é estar atento ao livro que se compra.

Joana Martins e João Rodrigues, 9ºD

Obrigada




quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Amigos leitores:
Eis a apresentação de alguns livros de Augusto Carlos. Cada livro seu é uma descoberta! E nós gostamos de coisas novas, não é verdade? Vamos lá então...
Vovô Tsongonhana
Numa altura em que se sente uma perda de valores na sociedade em geral, temos uma história que tem por objectivo patrocinar uma reflexão sobre o que nos faz falta.
Falando sobre os valores da amizade, do dinheiro, da familia, o Vôvô Tsongonhana dá-nos uma lição de vida.
Quer o livro seja lido por crianças ou por adultos, há sempre uma mensagem a retirar que é proporcional à capacidade de análise do leitor.
Nota do Editor: Tsongonhana - Diminutivo de "Pequenino", em dialecto Ronga, utilizado no Sul de Moçambique.

Sinopse:

Nesta vida existem muitas coisas para aprender. As mais importantes são aquelas que nos tornam livres e que respeitam a Natureza e as pessoas à nossa volta. Dudinho, um menino das ruas de Maputo, vai aprender as coisas boas da vida com o «Vovô» Tsongonhana (Pequenino), desde o respeito por tudo o que existe até ao amor e aos problemas dos homens, passando pelo conhecimento da Natureza. Faz como as crianças da aldeia e vem sentar-te debaixo da árvore mafureira e escutar as histórias do Vovô Pequenino. Cresce com os ensinamentos de um Vovô bem maior do que a sua altura.



O Flamingo da Asa Quebrada
É composto por várias histórias que visam contribuir para uma reflexão sobre o stresse, a vida agitada, a fuga para a frente, a falta de tempo para a família… que têm norteado a nossa conduta nos últimos tempos.
Como resultado desta prática tem-se assistido a um certo desencantamento pela vida… Sentido, infelizmente, por uma população em crescendo.


As Micaias de Manuna

Sinopse:

Certo dia, Manuna, ao chegar a casa, disse ao pai que um colega lhe tinha chamado preto.
Não é muito mais prático chamar as pessoas pelos seus nomes? – pensou ele.
Este Manuna não é um rapaz como os outros.
Tendo nascido numa região e numa família humilde de Moçambique, desde cedo a família o acha diferente: por que é que o Manuna está sempre a fazer perguntas?
Manuna tem perguntas e quer saber todas as coisas, quer descobrir os motivos que estão por detrás de tudo.
Por ser tão inquiridor vai para a escola e aprender que há coisas diferentes, que existem pessoas diferente e que há muitas, mas muitas coisas para descobrir enquanto se cresce!
A curiosidade em descobrir o mundo não deve terminar na infância.
Se não perdermos esse hábito, as perguntas que formos formulando vão sendo cada vez mais complexas... e as respostas, cada vez mais completas.


Este livro fala-nos das ligações da amizade, do amor, da ternura filial, do poder encantatório dos avós, da irmandade unida, que nos fazem repensar no verdadeiro sentido da palavra "família".
É à sombra da Jacarandá que a ASSOCIAÇÂO representa simbolicamente as antigas sociedades ancestrais, cujo papel é preciso renovar.
Por isso , neste livro, dois amigos de infância lançam um apelo que é uma espécie de grito de alerta, não só para os mais jovens como para os mais velhos, isto é, para os "Madalas" que por acaso viviam em Marracuene, mas a história também podia acontecer , aqui, no nosso bairro...
Todas as obras de Augusto Carlos:
- As Micaias de Manuna
- Vovô Tsongonhana (vovô pequenino)
- Os Madalas de Marracuene (os velhotes de Marracuene)
- Teoria e Método de João do Mundo
-O Flamingo da Asa Quebrada e outras histórias
- Caricaturas da Discórdia
- O Caroço da Manga

Vem à BE/CRE, estamos à tua espera!
Assinado:
Os Livros